Uso racional de exames complementares: por que “pecar pelo excesso” também é errar

Eu me lembro de um paciente jovem, 30 anos, que voltava ao pronto-socorro como quem volta a um lugar conhecido demais. A queixa era sempre parecida, mas nunca “bonita” o suficiente para encaixar numa síndrome clássica: uma dor torácica bem inespecífica, acompanhada de episódios súbitos de taquicardia, náusea, vômito, diaforese e aquela sensação que o […]